جزئیات کتاب
فرمت
کیندل
صفحات
409
زبان
پرتغالی
منتشر شده
Jan 9, 2025
ناشر
Israel Coifman
ISBN-10
6501282497
ISBN-13
9786501282497
توضیحات
Mashallah – do Ártico à Ásia de bicicleta
conta parte da jornada do escritor Israel Coifman que saiu do sul do Brasil e pedalou mais de 27 mil km através de 31 países entre 2016 e 2019. Após cruzar o Círculo Polar Ártico, Israel teve seu olhar transformado pelas auroras boreais e, como consequência, entregou o comando de sua bússola interna à própria intuição. A jornada de autoconhecimento o levou às curvas sinuosas da antiga Rota da Seda para se encontrar nas montanhas do Tajiquistão – mas, antes, foi necessário cruzar a Europa de norte a sul no início do inverno. O livro é uma mescla de diário de bordo, narrativa de aventura, história e reflexões das experiências vividas em 19 paí Dinamarca, Finlândia, Rússia, Estônia, Letônia, Lituânia, Bielorrússia, Ucrânia, Moldávia, Romênia, Bulgária, Turquia, Geórgia, Armênia, Azerbaijão, Cazaquistão, Uzbequistão, Tajiquistão e Quirguistão. É um manifesto sobre como não se aprisionar no próprio grito de liberdade e permanecer no sonho, mesmo que a viagem acabe.
conta parte da jornada do escritor Israel Coifman que saiu do sul do Brasil e pedalou mais de 27 mil km através de 31 países entre 2016 e 2019. Após cruzar o Círculo Polar Ártico, Israel teve seu olhar transformado pelas auroras boreais e, como consequência, entregou o comando de sua bússola interna à própria intuição. A jornada de autoconhecimento o levou às curvas sinuosas da antiga Rota da Seda para se encontrar nas montanhas do Tajiquistão – mas, antes, foi necessário cruzar a Europa de norte a sul no início do inverno. O livro é uma mescla de diário de bordo, narrativa de aventura, história e reflexões das experiências vividas em 19 paí Dinamarca, Finlândia, Rússia, Estônia, Letônia, Lituânia, Bielorrússia, Ucrânia, Moldávia, Romênia, Bulgária, Turquia, Geórgia, Armênia, Azerbaijão, Cazaquistão, Uzbequistão, Tajiquistão e Quirguistão. É um manifesto sobre como não se aprisionar no próprio grito de liberdade e permanecer no sonho, mesmo que a viagem acabe.