Dettagli del libro
Formato
Brossura
Pagine
274
Lingua
Portoghese
Pubblicato
Aug 9, 2010
Editore
Rocco
ISBN-10
8532525644
ISBN-13
9788532525642
Descrizione
A vida do rapper nova-iorquino 50 Cent parece ter saído de um folhetim. O menino pobre Curtis Jackson, que se envolveu com o tráfico de drogas e a criminalidade, estudou pouco, mas aprendeu a focar esforços para seu próprio talento e, com disciplina, transformou-se não só em um aclamado músico, mas em empresário de sucesso, que hoje opera um conglomerado de negócios distintos, entre CDs, videogames e roupas. A trajetória de superação de Curtis e os desafios que enfrentou para conquistar um destino distante da miséria e da violência estão em A 50ª lei, que o rapper assina, em parceria com o escritor Robert Greene, autor do bestseller As 48 leis do poder.
Especialista em livros de estratégia e motivacionais, Greene traça um retrato de 50 Cent e do ambiente em que ele cresceu, mostrando que a superação das dificuldades era uma meta do músico, inconformado com o tipo de vida que parecia ser destinado a ter. Apesar de sua imensa criatividade, 50 Cent precisou descobrir o autocontrole para alcançar as metas que havia traçado. Embora o músico tenha buscado no cotidiano sofrido as lições para galgar seu próprio caminho, ao lado de Greene, ele mostra que homens ilustres como Franklin Roosevelt, Napoleão Bonaparte e Malcolm X, entre outros, também enfrentaram adversidades que os fortaleceram para a tomada de decisões acertadas que os firmaram como grandes líderes.
Encarando o tráfico de drogas como “um emprego”, Curtis Jackson decidiu abandonar a vida perigosa – já havia passado por algumas detenções em cadeias – e investiu na carreira musical. Ao ser contratado pela gravadora Columbia, adotou um comportamento comedido, sem frequentar festas, dedicando-se integralmente às composições. A obstinação encantou o público, porém ainda não estava totalmente dissociado de seu passado. Em 2000, ele sobreviveu a um atentado, em que foi alvejado por oito tiros. Sem desanimar, 50 Cent vendeu mais de 30 milhões de discos. O mundo corporativo, diz ele, não é muito diferente das ruas. A impaciência dos que pretendem ganhar dinheiro rapidamente é semelhante ao comportamento dos pequenos traficantes, que vivem a euforia da fortuna ocasional e entram em desespero a cada queda de status.
Mudar a própria perspectiva de vida, uma necessidade que descobriu após o atentado, o levou a fortalecer-se, conta o rapper, que vê na persistência uma das principais armas para combater o tédio que impede o crescimento e a maturidade pessoal. Enumerando exemplos de artistas como o escritor Ernest Hemingway, políticos, como John Fitzgerald Kennedy, filósofos, como Sêneca, e guerreiros visionários, como Joana D’Arc, 50 Cent demonstra que ideais podem e devem ser perseguidos, subvertendo os padrões estabelecidos para apresentar um aproveitamento melhor de tudo o que a vida oferece tanto no campo profissional quanto no pessoal.
Especialista em livros de estratégia e motivacionais, Greene traça um retrato de 50 Cent e do ambiente em que ele cresceu, mostrando que a superação das dificuldades era uma meta do músico, inconformado com o tipo de vida que parecia ser destinado a ter. Apesar de sua imensa criatividade, 50 Cent precisou descobrir o autocontrole para alcançar as metas que havia traçado. Embora o músico tenha buscado no cotidiano sofrido as lições para galgar seu próprio caminho, ao lado de Greene, ele mostra que homens ilustres como Franklin Roosevelt, Napoleão Bonaparte e Malcolm X, entre outros, também enfrentaram adversidades que os fortaleceram para a tomada de decisões acertadas que os firmaram como grandes líderes.
Encarando o tráfico de drogas como “um emprego”, Curtis Jackson decidiu abandonar a vida perigosa – já havia passado por algumas detenções em cadeias – e investiu na carreira musical. Ao ser contratado pela gravadora Columbia, adotou um comportamento comedido, sem frequentar festas, dedicando-se integralmente às composições. A obstinação encantou o público, porém ainda não estava totalmente dissociado de seu passado. Em 2000, ele sobreviveu a um atentado, em que foi alvejado por oito tiros. Sem desanimar, 50 Cent vendeu mais de 30 milhões de discos. O mundo corporativo, diz ele, não é muito diferente das ruas. A impaciência dos que pretendem ganhar dinheiro rapidamente é semelhante ao comportamento dos pequenos traficantes, que vivem a euforia da fortuna ocasional e entram em desespero a cada queda de status.
Mudar a própria perspectiva de vida, uma necessidade que descobriu após o atentado, o levou a fortalecer-se, conta o rapper, que vê na persistência uma das principais armas para combater o tédio que impede o crescimento e a maturidade pessoal. Enumerando exemplos de artistas como o escritor Ernest Hemingway, políticos, como John Fitzgerald Kennedy, filósofos, como Sêneca, e guerreiros visionários, como Joana D’Arc, 50 Cent demonstra que ideais podem e devem ser perseguidos, subvertendo os padrões estabelecidos para apresentar um aproveitamento melhor de tudo o que a vida oferece tanto no campo profissional quanto no pessoal.