קרא לי בשמך

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Jan 1, 2019 · 히브리어 · 페이퍼백 (240 페이지)
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리뷰

F, too many nsfw scenes, literally a porno

May 16th 2026

peach scene was my favorite

April 4th 2026

i’ll never stop reading this book

November 3rd 2025

Não posso falar de Call me by your Name sem falar da adaptação cinematográfica e de "Olivia" da Dorothy Strachey/Bussy, que só ano passado descobri que é uma inspiração - uma principal - para essa história."Olivia" é um romance semi autobiográfico contado pelo ponto de vista quando ela já era bem mais velha, mas ainda assim ela descreve o aliciamento que ela sofreu como uma experiência dela de descobrir a sexualidade com a diretora Julie enquanto ela estudava longe de casa, na França. Apesar de não acontecer nada explicito entre elas, nem ao menos o beijo, Olivia narra o desejo que ela sentia pela diretora, que flertava com garotas mais novas. Ambas as histórias têm pontos parecidos da narrativa e tem temas difíceis de ser discutido com o público quando o ponto de vista é romantizado (com propósito), mas são completamente diferentes e eu descobri quando li a introduções de Olivia escrita pelo André Aciman e como ele teve conhecimento da história."I thought that one day I'd write a novel like Olivia. What would I call it? The title seemed obvious at the time. I'd call it Oliver, I said. But then I changed my mind and called it by another name."Ambas temos um personagem mais velho narrando a juventude, uma fase que marcou a vida dele e do despertar da sexualidade dele com uma pessoa mais velha, na idade que ele está entre ser jovem e se tornar adulto. Mas aqui, Oliver também é jovem, porém já adulto e com responsabilidades. A relação deles é um jogo de comunicação e situações numa rotina de cotidiano, então tudo se inicia em um "bom dia". A narrativa de Elio é como se ele reunisse todos os pensamentos que ele teve aos 17 e coloca ali no meio também o conhecimento que ele adquiriu ao envelhecer, tentando traçar um mapa da sua história.A cena em que Elio está na cama deitado e ele deseja que Oliver vá de encontro a ele também é uma inspiração de Olivia, da cena em que Olivia espera pela diretora (que a prometeu de visitar seu quarto) a noite inteira enquanto soa de desejo e medo. O jeito como o autor colocou a inspiração aqui e uma versão pro Elio, transforma as cenas em paralelos de desejos que se tornam frustrações na cama e é muito real. "The novel told me something I had always suspected but had never quite known before: that we fear the very ones we love, that fear freezes us, that we'll stalk them and know their habits, that we'll recognize their footsteps and the echo of their voice when they're talking to someone, that we always catch ourselves begging fate to let that one person cross our path again - and this time, this time, we swear, we won't be so timid, we'll speak, the worst they could say is no." André Aciman na introdução de Olivia. É isso que ele colocou no trecho: "Eu esperei eternamente em meu quarto, preso à cama em um transe de pavor e expectativa. Não era o fogo da paixão nem um fogo devastador, mas algo paralisante," [...] "O fogo do medo, do pânico, mais um minuto e eu vou morrer se ele não bater à minha porta, mas ainda assim prefiro que nunca bata."Essa é a segunda vez que leio, a primeira sendo em 2018, nem conhecia Olivia, mas dessa vez ler com Olivia e o filme em mente, me faz pensar como arte inspira arte que inspira a outra arte. O filme, mesmo fiel, é uma adaptação com mudanças, nele não temos Elio adulto, não temos uns personagens que pra mim só serviu de encher umas pequenas lacunas vazias do livro. Existe diálogos no livro que eu queria que estivessem no filme, mas também há mudanças no filme que torna a história mais cativante. Deixar os pais de Elio mais presentes, com mais diálogos e claro dar um pouco mais de destaque pra Marzia, ja que no livro o Elio nem termina nada. A ambientação do filme (não é a mesma casa do livro, mas sei que eles quiseram deixar o mais próxima) é o que me deixa presa na história, e é claro também a paixão que Elio e Oliver sentiam um pelo outro, era puro desejo sexual com um amor e admiração pelo outro. E é ótimo reler esse livro e perceber a citação de Morro dos Ventos Uivantes aqui, já que tem a ver com a relação dos dois."Já eu, estava pensando nas palavras de Emily Brontë: porque "... ele é mais eu do que eu mesma."Mas nada desse desejo e amor impediu de Oliver fazer o quê fez, porque até mesmo acreditar que são um só e o outro, não desfaz da verdade do poder que há entre eles. Eu tinha esquecido completamente o final do livro, não foi desagradável, acho que a conversa entre eles estava até na altura de ser realista já que tinha passado tantos anos e ambos eram bem mais velhos (não consegui imaginar eles naquela idade e olha que lendo o livro eu não vejo o Hammer como o Oliver, mas alguém mais novo que ele era quando fez o filme).Ainda em Olivia, anos depois que Olivia deixa a escola e vive sua vida na Inglaterra, ela recebe notícias do falecimento da diretora e há também o presente."The ivory paper-cutter is lying on my desk as I write this. It has her name engraved on it: JULIE."É Julie não dando só um presente a Olivia mas também seu nome, algo tão intimo e pessoal quanto Elio e Oliver, quando Oliver deixa sua camisa e seu nome com Elio. Isso é arte, amigos.Quanto a nota ao livro, 4 é o mesmo que dei em 2018. O livro é bem escrito e inteligentissimo, a inspiração de Olivia bem usada. A história é ótima mas tem umas partes que sim é um pouco cansativo e uns personagens secundários muito rasos, sabe? Acho que o filme conseguiu desenvolver melhor isso. E é claro, muitos quotes ficaram comigo, vou encerrar a review com alguns."Ele veio. Ele foi embora. Nada mais mudou. Eu não mudei. O mundo não mudou. No entanto, nada seria o mesmo. Tudo o que resta é a realização de sonhos e uma estranha lembrança.""É melhor falar ou morrer? Eu nunca teria coragem de fazer uma pergunta como essa.""Ou será que acabamos acumulando um déficit de mal-estar tão grande que aprendemos a encontrar maneiras de consolidá-lo em um único sentimento com anistias e períodos de graça próprios? Ou a presença do outro, que ontem de manhã quase parecia um intruso, se torna cada vez mais necessária porque nos protege do nosso próprio inferno, e a mesma pessoa que causa nosso tormento ao amanhecer é quem o alivia à noite?""[...] então, só desta vez, vire para mim, ainda que de brincadeira, ou como um adendo que significaria tudo para mim, e, como fez naquela vez, olhe nos meus olhos, sustente meu olhar e me chame pelo seu nome."

January 2nd 2025

Soooo beautifully written that i might just start to cry!

July 27th 2023

Vent’anni fa, un’estate in Riviera, una di quelle estati che segnano la vita per sempre. Elio ha diciassette anni, e per lui sono appena iniziate le vacanze nella splendida villa di famiglia nel Ponente ligure. Figlio di un professore universitario, musicista sensibile, decisamente colto per la sua età, il ragazzo aspetta come ogni anno «l’ospite dell’estate, l’ennesima scocciatura»: uno studente in arrivo da New York per lavorare alla sua tesi di post dottorato. Ma Oliver, il giovane americano, conquista tutti con la sua bellezza e i modi disinvolti. Anche Elio ne è irretito. I due condividono, oltre alle origini ebraiche, molte passioni: discutono di film, libri, fanno lunghe passeggiate e nuotate. E tra loro nasce un desiderio inesorabile quanto inatteso, vissuto fino in fondo, dalla sofferenza all’estasi.
Chiamami col tuo nome è la storia di un paradiso scoperto e già perduto, una meditazione proustiana sul tempo e sul desiderio, una domanda che resta aperta finché Elio e Oliver si ritroveranno un giorno a confessare a se stessi che «questa cosa che quasi non fu mai ancora ci tenta».

December 13th 2022
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