Recenzje
A releitura de O Homem do Castelo Alto foi muito diferente daquilo que recordava da primeira leitura. Quando o li pela primeira vez, fiquei sobretudo fascinado pela premissa de uma realidade alternativa onde o Eixo venceu a guerra. Hoje, percebo que o livro é muito mais do que isso.Mais do que uma distopia política, este é um livro sobre fragilidade humana. Sobre a forma como as pessoas se adaptam às realidades mais absurdas e desumanas, procurando ainda assim encontrar sentido, estabilidade e até felicidade dentro delas. Não existem propriamente heróis nem grandes resistentes; existem pessoas comuns, contraditórias, que tentam sobreviver emocionalmente num mundo que lhes é estranho e moralmente desconfortável.O mais inquietante não é apenas o autoritarismo presente em toda a obra, mas a forma como as personagens já nem conseguem imaginar uma realidade fora dele. O regime deixa de ser apenas uma estrutura política e passa a moldar a própria forma como as pessoas pensam, desejam e percebem a verdade.Philip K. Dick não escreve apenas sobre um mundo alternativo; escreve sobre a facilidade com que os seres humanos racionalizam o poder, interiorizam hierarquias e se adaptam ao impensável. E talvez seja precisamente isso que torna este livro tão desconfortável e tão atual.
this is just word diarrhea with nothing but a whisper of a plotline and the most insufferable characters I've come across since Holden Caulfield. what a waste of time.
There is supposed to be a tv series based on this book. It better be much improved on this rubbish. This does not bode well for subsequent novels. Back to fantasy novels.