Opis
Alguns dos personagens mais marcantes da literatura norte-americana recente estão neste livro – ganhador do Pulitzer e do American Book Award –, que inspirou a obra-prima cinematográfica homônima dirigida por Steven Spielberg e o aclamado musical da Broadway, adaptado para o cinema.
A cor púrpura, ambientado no Sul dos Estados Unidos, entre os anos 1900 e 1940, conta a história de Celie, mulher negra, pobre e semianalfabeta. Brutalizada desde a infância, a jovem foi estuprada pelo padrasto e forçada a se casar com Albert, um viúvo violento, pai de quatro filhos, que enxergava a esposa como uma serviçal e fazia dos sofrimentos físicos e morais sua rotina.
Durante trinta anos, Celie escreve cartas para Deus e para a irmã Nettie, missionária na África. Os textos têm uma linguagem peculiar, que assume cadência e ritmo próprios à medida que Celie cresce e passa a reunir experiências, amores e amigos. Entre eles está a inesquecível Shug Avery, cantora de jazz e amante de Albert.
Apesar da dramaticidade do enredo, A cor púrpura é uma história sobre mudanças, redenção e amor. A partir da vida de Celie, a aclamada escritora Alice Walker tece críticas ao poder dado aos homens em uma sociedade que ainda hoje luta por igualdade entre gêneros, raças e classes sociais. Eleito pela BBC um dos 100 romances que definem o mundo, A cor púrpura é um retrato da vivência da mulher negra na época da segregação racial, cujos reflexos ainda estão presentes na nossa sociedade.
“Peguei o livro e li, em um dia, quando foi lançado. E, então, no dia seguinte voltei e comprei todos os exemplares que eles tinham.” – Oprah Winfrey
“A cor púrpura é uma celebração deslumbrante de tudo o que significa ser uma mulher negra […]. Adoro que A cor púrpura não tente amenizar os próprios golpes e ainda seja encorajador o suficiente para manter uma fé maravilhosamente afirmativa sobre as possibilidades, o perdão, a gentileza e a esperança.” – Chimamanda Ngozi Adichie
“Uma das mais talentosas escritoras de seu país.” – Isabel Allende
“Um livro que genuinamente expande horizontes.” – The Guardian
“Um intenso impacto emocional […]. Alice Walker é uma escritora de prodigioso talento.” – The New York Times
“Coloca Walker ao lado de Faulkner.” – The Nation
Szczegóły książki
Gatunki
Recenzje
Zobacz wszystkieI'm glad I audiobooked this, because I have a dreadful track record with anything written in dialect--my brain processes the written version as basically a different language for some reason?--but listening to it made it very easy to follow.That doesn't mean this wasn't a hard read. I don't want to suggest that's a bad thing, because that's definitely what it was going for, but the things these women go through is rough, and I had to set it down for a bit to try to get into a better headspace and distract myself with something lighter. I managed to go into this basically blind--I knew it was considered a modern classic and I remembered something from my childhood about Oprah being involved in a film version (?), but beyond that, all I knew was that it was not fantasy or science fiction, really. I like that I went into it knowing so little, because as things start being said, often casually by a narrator who doesn't really understand what they mean or how horrible they are, it hit a lot harder than it would have had I known more or was expecting it. People can probably provide lovely synopsis and explanations of why this is a classic and important. I can't really say anything further except that this IS a book everyone should probably read, I'm glad I read it, for all the raw emotions it evoked, and it's one of those books that will stay with me enough that I'm not sure I could quite bear to re-read it and feel everything again.
una de las mejores novelas que trata sin tapujos el racismo, la indolencia del ser humano. belleza de película