Book Details
Format
Paperback
Pages
271
Language
Portuguese
Published
Feb 1, 2002
Publisher
Instituto Camões
Description
No Eça, nem com uma flor se toca. Eça visto por Régio, é uma edição do IC, onde se coligem os diferentes textos de José Régio sobre o autor de Os Maias. Uma organização e selecção de Eugénio Lisboa.
O livro, refere Eugénio Lisboa na introdução, surgiu "a pretexto do centenário da morte de Eça que por certo transbordará do ano 2000 para o ano 2001, e do centenário do nascimento de José Régio, que se celebra no decorrer do ano 2001". A obra é constituída por textos que "directa ou indirectamente dizem respeito ao modo como José Régio "leu" a ficção de Eça Queirós", um escritor que Régio admirava mas não amava. Amar amava Camilo, afirma Eugénio Lisboa, considerado um dos especialistas da obra regiana.
(...)
Régio admirava outros grandes escritores, e escreveu variados ensaios, mas Eça de Queirós intrigava-o. Sobre o autor de A Cidade e as Serras escreveu vários artigos, até agora dispersos em várias publicações, nomeadamente na imprensa regional. Ao longo das 270 páginas surgem textos com origem em diferentes jornais e revistas, nomeadamente, Revista Ocidente, O Primeiro de Janeiro, O Comércio do Porto, Jornal de Notícias, Diário Popular e O Comércio da Póvoa do Varzim.
O livro, refere Eugénio Lisboa na introdução, surgiu "a pretexto do centenário da morte de Eça que por certo transbordará do ano 2000 para o ano 2001, e do centenário do nascimento de José Régio, que se celebra no decorrer do ano 2001". A obra é constituída por textos que "directa ou indirectamente dizem respeito ao modo como José Régio "leu" a ficção de Eça Queirós", um escritor que Régio admirava mas não amava. Amar amava Camilo, afirma Eugénio Lisboa, considerado um dos especialistas da obra regiana.
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Régio admirava outros grandes escritores, e escreveu variados ensaios, mas Eça de Queirós intrigava-o. Sobre o autor de A Cidade e as Serras escreveu vários artigos, até agora dispersos em várias publicações, nomeadamente na imprensa regional. Ao longo das 270 páginas surgem textos com origem em diferentes jornais e revistas, nomeadamente, Revista Ocidente, O Primeiro de Janeiro, O Comércio do Porto, Jornal de Notícias, Diário Popular e O Comércio da Póvoa do Varzim.